Amo tudo aquilo que faz parte do meu mundo

sábado, 15 de janeiro de 2011

Festa em Louvor ao Mártir São Sebastião

Todos os anos no mês de janeiro a comunidade católica da Vila Garcez, um dos bairros mais populares de Iguape, realiza uma grandiosa festa em louvor ao mártir São Sebastião.  Conforme divulgou o site http://www.senhorbomjesusdeiguape.com.br/site/, este ano a festa acontecerá entre os dias 20 e 23 de janeiro. Como todos os anos, deverá ocorrer alvorada festiva, missas, brincadeiras para as crianças, quermesses e queima de fogos para encerrar a festa.

Breve história de São Sebastião
Por: Elias Fernandes Pinto. 
"São Sebastião nasceu em Narvonne, França, no final do século III, e desde muito cedo seus pais se mudaram para Milão, onde ele cresceu e foi educado. Seguindo o exemplo materno, desde criança São Sebastião sempre se mostrou forte e piedoso na fé.
Atingindo a idade adulta, alistou-se como militar, nas legiões do Imperador Diocleciano, que até então ignorava o fato de Sebastião ser um cristão de coração. A figura imponente, a prudência e a bravura do jovem militar, tanto agradaram ao Imperador, que este o nomeou comandante de sua guarda pessoal. Nessa destacada posição, Sebastião se tornou o grande benfeitor dos cristãos encarcerados em Roma naquele tempo. Visitava com freqüência as pobres vítimas do ódio pagão, e, com palavras de dádiva, consolava e animava os candidatos ao martírio aqui na terra, que receberiam a coroa de glória no céu.
Enquanto o imperador empreendia a expulsão de todos os cristãos do seu exército, Sebastião foi denunciado por um soldado. Diocleciano sentiu-se traído, e ficou perplexo ao ouvir do próprio Sebastião que era cristão. Tentou, em vão, fazer com que ele renunciasse ao cristianismo, mas Sebastião com firmeza se defendeu, apresentando os motivos que o animava a seguir a fé cristã, e a socorrer os aflitos e perseguidos.
O Imperador, enraivecido ante os sólidos argumentos daquele cristão autêntico e decidido, deu ordem aos seus soldados para que o matassem a flechadas. Tal ordem foi imediatamente cumprida: num descampado, os soldados despiram-no, o amarraram a um tronco de árvore e atiraram nele uma chuva de flechas. Depois o abandonaram para que sangrasse até a morte.
À noite, Irene, mulher do mártir Castulo, foi com algumas amigas ao lugar da execução, para tirar o corpo de Sebastião e dar-lhe sepultura. Com assombro, comprovaram que o mesmo ainda estava vivo. Desamarraram-no, e Irene o escondeu em sua casa, cuidando de suas feridas. Passado um tempo, já restabelecido, São Sebastião quis continuar seu processo de evangelização e, em vez de se esconder, com valentia apresentou-se de novo ao imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusados de inimigos do Estado.
Diocleciano ignorou os pedidos de Sebastião para que deixasse de perseguir os cristãos, e ordenou que ele fosse espancado até a morte, com pauladas e golpes de bolas de chumbo. E, para impedir que o corpo fosse venerado pelos cristãos, jogaram-no no esgoto público de Roma.
Uma piedosa mulher, Santa Luciana, sepultou-o nas catacumbas. Assim aconteceu no ano de 287. Mais tarde, no ano de 680, suas relíquias foram solenemente transportados para uma basílica construída pelo Imperador Constantino, onde se encontram até hoje. Naquela ocasião, uma terrível peste assolava Roma, vitimando muitas pessoas. Entretanto, tal epidemia simplesmente desapareceu a partir do momento da transladação dos restos mortais desse mártir, que passou a ser venerado como o padroeiro contra a peste, fome e guerra.
As cidades de Milão, em 1575 e Lisboa, em 1599, acometidas por pestes epidêmicas, se viram livres desses males, após atos públicos suplicando a intercessão deste grande santo. São Sebastião é também muito venerado em todo o Brasil, onde muitas cidades o tem como padroeiro, entre elas, o Rio de Janeiro".
Fonte do testohttp://www.diocesecaratinga.org.br/site/artigos/catequese/1033-historia-da-vida-e-martirio-de-sao-sebastiao

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Família de grangos d'água

Hoje flagrei uma família de frangos d'água e não me hesitei  em fotografá-los. Eles estavam bem próximos à margem do Mar Pequeno, a poucos metros da orla. Como os frangos d'água costumam ser medrosos tive que ter um pouco de paciência para conseguir algumas imagens. As primeiras fotos foram aquelas em que eles estão escondidos entre as folhagens, as outras tirei quando eu já estava desistindo, pois ao sair, percebi que um deles saiu das folhagens e veio até a margem, provavelmente para buscar alimento para seus filhos. As fotos são amadoras, não sou fotógrafo, mas essas belas imagens fazem parte do meu mundo.
 

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O artesanato do Vale do Ribeira em Ilha Comprida



Sábado, dia 15 de janeiro terá inicio a XI Feira Regional de Artesanato Resgatando o Vale do Ribeira. A exposição se dará de 15 a 30 de janeiro das 14 às 20 horas, com entrada franca. 
A exposição terá em sua abertura, a partir das 19:30hs, show do cantor Toninho Nascimento, baile de fandango Sandália de Prata e apresentação do Maracatu Princesa do Litoral. O evento será realizado no Espaço Cultural Plínio Marcos, localizado na Av. São Paulo, nº 1000, Balneário Adriana, Ilha Comprida - SP. Na feira estarão expostos  produtos confeccionados artesanalmente pelas  comunidades quilombola, indígena, ribeirinha e caiçara. Durante a Feira, também serão realizadas oficinas de formação cultural "Artesanato Tradicional" entre os dias 17 e 21/01 e  24 a 28/01, às 14horas, as inscrições poderão ser feitas no próprio local. 

Fonte: http://diariodeiguape.com/2011/01/08/a-arte-do-vale-em-ilha/#more-14218

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

155º Festa em Homenagem a São Benedito

São Benedito, “O Santo Mouro”
Confessor da Fé
1526 – 1589
Nascido na Sicília, em 1526, era filho de escravos em uma propriedade próxima de Messina. Foi libertado ainda muito jovem por seu Senhor.
Manifestou desde os dez anos uma pronunciada tendência para a penitência e para a solidão. Guardando rebanhos, entregava-se à oração, e os maus tratos que recebia dos companheiros foram a ocasião para se voltar com mais fervor para Jesus, fonte de toda consolação. Aos 18 anos, com o fruto de seu trabalho, provia a si mesmo e aos pobres.
Tinha vinte e um anos quando foi insultado publicamente por causa de sua cor. A atitude digna e paciente que teve na ocasião não passou despercebida, e o líder de um grupo de eremitas franciscanos o convidou a fazer parte da comunidade. Benedito aceitou o convite, e, com o tempo, passou a ser o seu novo líder.
Por volta de 1564, o grupo se dispersou, e Benedito foi aceito como irmão leigo pelos frades franciscanos de Palermo, começando por trabalhar na cozinha.
Em 1578, eles precisaram de um novo guardião (título dado ao superior), e Benedito foi o escolhido, apesar de ser leigo e analfabeto. Ele só aceitou o cargo depois de compreensível relutância, mas administrou o mosteiro com grande sucesso, tendo adotado uma interpretação bem mais rigorosa das regras franciscanas.
A sua conduta no cargo justificou plenamente a escolha dos superiores: foi respeitoso para com os padres, caridoso para com os irmãos leigos, condescendente para com os noviços, e foi por todos respeitado, sem que ninguém tentasse abusar de sua humildade.
Sua confiança na Providência foi sem limites: recomendara ao porteiro jamais recusar esmolas aos pobres que se apresentassem. Dava a seus religiosos o exemplo de todas as virtudes. Era sempre o primeiro no coro e nos exercícios da comunidade, o primeiro na visita aos doentes e no trabalho manual.
Na direção do noviciado demonstrou uma grande doçura e consumada prudência: os noviços tiveram nele um guia seguro, um pai cheio de ternura e um excelente mestre da Escritura, cujas leituras do Ofício lhes explicava com surpreendente facilidade.
Sem saber ler nem escrever, tinha, manifestamente, o dom da ciência infusa, acontecendo-lhe de dar respostas luminosas a mestres em Teologia que o vinham consultar. A este dom unia também o da penetração dos espíritos e dos corações.
Sua vida tornou-se um exercício contínuo de todas as virtudes, e Deus lhe concedeu o dom de operar milagres.
Terminado o tempo de seu cargo, voltou novamente ao ofício de cozinheiro, felicíssimo por reencontrar a vida obscura e oculta, objeto de todos os seus desejos.
Em 1589 caiu gravemente doente, e Deus lhe revelou que seu fim estava próximo. Na recepção dos últimos sacramentos experimentou como que um antegozo das alegrias celestes. Morreu docemente no dia 4 de abril.
Foi canonizado em 1807, e normalmente em suas imagens traz o menino Jesus nos braços, que lhe foi colocado por Maria Santíssima, pela sua grande devoção, e pela suave doçura com a qual Jesus preencheu o seu coração.
São Benedito foi chamado de "O Santo Mouro", por causa de sua cor negra. Sua festa litúrgica é celebrada em 5 de outubro, mas esta data varia muito, em Iguape, por exemplo comemora-se no dia 6 de janeiro, em Cuiabá se comemora no dia  5 de outubro.
Certamente é uma dos santos mais populares no Brasil, cuja devoção nos foi trazida pelos portugueses, e são inúmeras as paróquias e capelas que o escolheram como padroeiro, inspiradas em seu modelo admirável de caridade e humildade.


Para os iguapenses, todo dia 6 de janeiro é  Dia de São Benedito, dia de muita festa, fé e devoção, além de ser guardado feriado municipal. Todos os anos entre os dias 3 e 6 de janeiro São Benedito é homenageado  e a festa deste ano trouxe como tema " Ame ao Senhor seu Deus com todo o seu coração".

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Pista de Skate em Ilha Comprida

Prefeitura de Ilha Comprida – SP construiu uma pista de skate, proporcionando mais um atrativo para a galera. Tanto aqueles que gostam de skate como aqueles que gostam de patins agora tem um lugar adequado para praticarem suas manobras radicais.  


segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Para um mundo melhor

Esta postagem não tem nenhuma relação com Iguape, mas sim comigo, pois sou adepto ao pensamento de Leonardo Boff e seus ideais, pensamentos que influencia meu jeito de ser, minhas ideias e tudo aquilo que procuro para minha felicidade, como por exemplo, viver mais perto dessa natureza exuberante que circunda Iguape. Isso tudo também faz parte do meu mundo.  



"Hoje nos encontramos numa fase nova na humanidade. Todos estamos regressando à Casa Comum, à Terra: os povos, as sociedades, as culturas e as religiões. Todos trocamos experiências e valores. Todos nos enriquecemos e nos completamos mutuamente. (...)

(...) Vamos rir, chorar e aprender. Aprender especialmente como casar Céu e Terra, vale dizer, como combinar o cotidiano com o surpreendente, a imanência opaca dos dias com a transcendência radiosa do espírito, a vida na plena liberdade com a morte simbolizada como um unir-se com os ancestrais, a felicidade discreta nesse mundo com a grande promessa na eternidade. E, ao final, teremos descoberto mil razões para viver mais e melhor, todos juntos, como uma grande família, na mesma Aldeia Comum, generosa e bela, o planeta Terra."
Casamento entre o céu e a terra. Salamandra, Rio de Janeiro, 2001.pg09

domingo, 26 de dezembro de 2010

É tempo de festa


É tempo de festa, é tempo de festejar! Como ensina Leonardo Boff.
Pela festa, tanto no sacro como no profano, todas as coisas se reconciliam.
Por ela se celebra a alegria da vida: poder festejar é poder dizer: sejam bem-vindas todas as coisas.
Pela festa rompemos o ritmo monótono do cotidiano; faz uma parada para respirar e viver.
O sentido de estar juntos, na amizade, na intimidade dos próximos, e na jovialidade do comer e beber.
Na festa, por um momento, experimentamos a eternidade; o tempo dos relógios como que é suspenso e é dado ao homem viver o tempo mítico da permanente presença na reconciliação de todos com todos.